Carlos Serrão Carlos Serr‹o Blog
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Fair Play

Li que o Espanyol de Barcelona, vai deixar de atirar a bola para fora das “quatro linhas” quando houver um jogador da equipa adversária caído em campo.

Para ser sincero acho que esta é uma medida muito acertada, e esta história do “fair play”, em particular nestas ocasiões estava a ser alvo de alguma polémica, pois haviam equipas que exploravam em demasia a mesma, e outras equipas que não a respeitavam.

Agora o que acho estranho é porque é que a FIFA e a UEFA não regulamentam estas situações. Por exemplo, só a equipa de arbitragem é que pode interromper o jogo, e mais ninguém. Não é para avaliar situações deste género que os senhores do apito existem?

Não me parece que seja por atirar ou não a bola para fora que se mede o “fair play” de uma equipa. Não deve ser apenas nessas situações que o mesmo deve ser manifestado, mas sempre em qualquer momento, e em todo o tipo de situações. Que tal começar pelos dirigentes?…

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2 Comments on “Fair Play”

  1. #1 Alcides
    on Nov 29th, 2007 at 6:34 pm

    Sempre achei o facto de só se interromper o jogo quando um jogador estiver lesionado se for o guarda-redes. Ou seja, se um outro jogador está caído ao chão, continuar o jogo é mais importante?

    WTF???

    Eu joguei durante muitos anos basquetebol e a regra é interromper o jogo caso algum jogador tenha uma lesão que o impeça de continuar a jogar. Se passado 1 minuto não recuperar é substituído obrigatoriamente. Isto é que é uma regra de um desporto que embora seja de contacto, a saúde dos atletas é defendida.

    E o tal fair play é demonstrado em muitas outras situações. É por esta e muitas outras razões que tenho orgulho em ignorar o mundo do futebol.

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  2. #2 Carlos Serrao
    on Nov 30th, 2007 at 9:30 am

    Sim,
    mas o basquetebol está noutro patamar completamente diferente do futebol. Repara que no basquetebol, o relógio pára, sempre que o árbitro apita… para mim, existem muitas coisas que o futebol poderia “importar” de outros desportos - a paragem de tempo, o número de árbitros, etc.
    Mas será que há interesse em fazer estas mudanças, da parte de quem efectivamente manda?

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